EU E O JAZZ...
Escutar Jazz de madrugada me faz sonhar, levitar... automaticamente me vejo vestida com um vestido elegante(noturno) porém, sexi...
Sinto cheiro de cigarro, até de wisque... e vejo brilho.
Escutar jazz de madrugada me faz viajar mentalmente, e me vejo dobrando alguma esquina também nas madrugadas da vida... o salto fino me incomoda, de imediato encontro vários bares ( aii de quem gosta de bares!).
O perfume com notas de fundo ricas em patchouli é o meu, sempre.. me sinto passeando em nuvens de fumaça. Escuto saxfone, e sinto a dor musical deste instrumento, que me lembra discrição, arte chorada, boêmia...
Escutar jazz de madrugada me lembra as maravilhas e as boas surpresas que a noite nos reserva.
Sinto um vento forte, me sinto ha quase 30 andares de altura... e vejo as luzes nos prédios acesas...
Sempre foi essa a questão: sempre que volto de algum bar de madrugada lembro de Jazz, canto Jazz mentalmente(e não apenas), e observo as janelas nos prédios acesas, a cada esquina que dobro assim, reacende o meu patchouli( misturado com notas luminosas )me lembram cigarro, que me lembram outros bares, onde sinto gosto do wisque ( cowboy por favor ), e recordo de escutar outros saxofones... SINTO UMA DOR DISCRETA PORÉM, REFINADA.
Gosto da elegancia do Jazz, apesar de chorado, me encanta seu brilho TÃO NOTURNO...
Sinto cheiro de cigarro, até de wisque... e vejo brilho.
Escutar jazz de madrugada me faz viajar mentalmente, e me vejo dobrando alguma esquina também nas madrugadas da vida... o salto fino me incomoda, de imediato encontro vários bares ( aii de quem gosta de bares!).
O perfume com notas de fundo ricas em patchouli é o meu, sempre.. me sinto passeando em nuvens de fumaça. Escuto saxfone, e sinto a dor musical deste instrumento, que me lembra discrição, arte chorada, boêmia...
Escutar jazz de madrugada me lembra as maravilhas e as boas surpresas que a noite nos reserva.
Sinto um vento forte, me sinto ha quase 30 andares de altura... e vejo as luzes nos prédios acesas...
Sempre foi essa a questão: sempre que volto de algum bar de madrugada lembro de Jazz, canto Jazz mentalmente(e não apenas), e observo as janelas nos prédios acesas, a cada esquina que dobro assim, reacende o meu patchouli( misturado com notas luminosas )me lembram cigarro, que me lembram outros bares, onde sinto gosto do wisque ( cowboy por favor ), e recordo de escutar outros saxofones... SINTO UMA DOR DISCRETA PORÉM, REFINADA.
Gosto da elegancia do Jazz, apesar de chorado, me encanta seu brilho TÃO NOTURNO...
